sexta-feira, 19 de abril de 2013

Cada um tem o inferno que merece.

Depois de meia vida de estudos lendo vários tipos de “gias” (antropologia, psicologia, teologia, mitologia, filosofia...) chego a seguinte conclusão: cada um tem o inferno que merece! Temos várias opções de escolha em um vasto cardápio, a grande variação de pratos apresenta serviços frios e quentes.

Se entendermos que nossa essência imaterial é feita de energia e que ela é capaz de carregar eternamente nossos estudos e crenças, alguns questionamentos devem ser realizados:

Como vamos querer passar a eternidade?
Devemos aprisionar nossa consciência em modelos doutrinários preexistentes?
Fazemos parte de um “todo” e teremos que professar a mesma doutrina pela eternidade?
Somos consciências individuais e livres que ao nos juntarmos formaremos um “todo”,  com diversidade de aprendizados e crenças?
Para ser religioso é necessário negar a ciência?

Fica a dica para reflexão.
Uma boa expiação de pecados para todos aqueles que crêem nela.