Não tento posar de bom samaritano, tenho meus defeitos, vários por sinal. Porém me esforço ao máximo para não agregar mais um “pecado”, a mentira.
Independentemente de crenças religiosas, entendo a mentira como um verdadeiro pecado. Primeiramente o mentiroso fere a sua essência, ao ser gerada a mentira é necessário que ele se coloque numa posição de submissão perante outrem, ele não é capaz de assumir seus atos e tem plena consciência do evento realizado, vez que prefere mentir do que explicar as razões que o levaram a ação.
Pela a visão da sociedade o mentiroso degrada a sua imagem. Considero a mentira como desvio de caráter, para manter uma mentira, por vezes são necessários atos piores do que cometê-la. O mentiroso é capaz de tais atos, pois não tem personalidade e valores morais inibir tais ímpetos.
Por fim, entro na esfera do pecado de fato. Estudando a história das religiões, antes da criação do Dez Mandamentos, que frisa a mentira como pecado, a palavra do ser humano era considerada sagrada.
Em 1600 A.C. os povos axiais tinham a crença no poder da palavra, a fala era tida como um deva. Existia um Deus para fiscalizar o cumprimento das palavras ditas. Tal procedimento era necessário por entenderem que as preces e os cânticos não poderiam ser pronunciados por homens sem palavra, sob pena de não serem ouvidos pela energia invocada. Com base nessa cultura, posteriormente foram criados os mantras e até hoje se entoam cânticos e hinos em diversas religiões com a finalidade de alcançar uma energia superior, seja ela qual for.
Quer seja por implicações religiosas, sociais ou valores interiores, a mentira destrói a dignidade do ser humano.
É estranho essas palavras saírem de um advogado? Não, existe a omissão. Ninguém é obrigado a expor a sua vida por inteiro, omitir um fato não é um desvio de caráter é uma saída educada e inteligente para evitar atritos.
Crenças à parte, gosto da sensação de dormir em paz, saber que minhas palavras tem força e que não preciso acordar com medo por não saber quando a mentira será descoberta.
Por fim, entro na esfera do pecado de fato. Estudando a história das religiões, antes da criação do Dez Mandamentos, que frisa a mentira como pecado, a palavra do ser humano era considerada sagrada.
Em 1600 A.C. os povos axiais tinham a crença no poder da palavra, a fala era tida como um deva. Existia um Deus para fiscalizar o cumprimento das palavras ditas. Tal procedimento era necessário por entenderem que as preces e os cânticos não poderiam ser pronunciados por homens sem palavra, sob pena de não serem ouvidos pela energia invocada. Com base nessa cultura, posteriormente foram criados os mantras e até hoje se entoam cânticos e hinos em diversas religiões com a finalidade de alcançar uma energia superior, seja ela qual for.
Quer seja por implicações religiosas, sociais ou valores interiores, a mentira destrói a dignidade do ser humano.
É estranho essas palavras saírem de um advogado? Não, existe a omissão. Ninguém é obrigado a expor a sua vida por inteiro, omitir um fato não é um desvio de caráter é uma saída educada e inteligente para evitar atritos.
Crenças à parte, gosto da sensação de dormir em paz, saber que minhas palavras tem força e que não preciso acordar com medo por não saber quando a mentira será descoberta.

3 comentários:
Eu heim... quem pisou no seu calo?
Phae - As palavras não foram pra uma pessoa específica. Apenas palavras ao vento.
Li um artigo de psicologia sobre o assunto, e resolvi postar o que penso da mentira. Nada aconteceu, não pisaram no meu calo.(rs)
Porém, algumas pessoas não gostaram... Não entendi pq, sabe me dizer?
Ora!(rs) Mente quem quer, essa é apenas a minha visão sobre a mentira... O Juiz das palavras ditas é a consciência de cada um.
Liberdade de expressão. ;-)
Concordo plenamente! Constituição Federal art. 5!!!
Postar um comentário