quarta-feira, 15 de abril de 2009

No telhado


Nada de palavras, embora muitas precisam ser ditas. Sinto minha mente como um grande caldeirão fervendo em um fogareiro alimentado por mil pensamentos: coesos, irritantes, obscuros, decepcionantes, passionais, justos, chatos, duvidosos, inacreditáveis, infames, tristes, hialinos, complacentes, ternos, injustos, críveis... utópicos. 

Sinto que o cansaço me toma.

Um comentário:

Raphaella Gomes disse...

Aproveite que está no telhado para olhar o céu que se estende infinito à sua volta. É no fim que se encontra o começo.